Happy Birthday!!!
Bolo da Semana! Cake of the week!
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Mente e Espírito / Mind & Soul
Recebi de uma amiga tão querida e aqui eu compartilho com vocês.
Vocês podem se dar este presente tão especial! Assitam.
(audio em inglês/legendas em português)
♥
Please watch this video…Give yourself a bliss! (Audio in English)
I’ve got this from a dear friend and here I am sharing with you.
Feel blessed. Because you are!
Love. Always.
Kiki
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Bolos da semana / Cakes of the Week
Seu desejo é uma ordem…Bolo de Lego??? Aqui está.
When you order a Lego cake….That’s what you get!!! Happy to serve!
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La Fromagerie – part 2 – Sugestões e dicas/ Tips and Suggestions
O que considerar ao comprar um queijo?
Primeiro, sempre prove o produto antes de comprá-lo. Depois, defina por qual razão você está comprando o queijo. É para combinar com bebidas, como vinho ou cerveja? É um queijo para acompanhar uma refeição? Quando ele será servido: no café da manhã, no almoço ou numa happy hour? Como estas informações, o vendedor que realmente entende do assunto, vai te dar as informações certas. Por exemplo, no verão, o melhor é consumir queijos mais macios e frescos; no inverno, deve-se procurar queijos de textura mais cremosa ou de consistência mais firme.
Como montar uma seleção de queijos perfeita?
Comece com o queijo de cabra, que é fresco e leve. Este queijo tem uma boa acidez, o que é ótimo para neutralizar o paladar. Depois, vá para um queijo leve e cremoso como o Chaource, queijo de leite de vaca, produzido na região de Champagne-Ardenne, Neufchatel, queijo de leite de vaca, produzido na região da Normandia, França. Sua produção é considerada como uma das mais antigas da França, século VI, ou Camembert, queijo de leite de vaca, produzido na região da Normandia, França, com uma casca branca, que traz um sabor mais natural do campo. Estes queijos darão maior equilíbrio para o próximo queijo, que será um queijo firme, como o Cantal, queijo de leite de vaca, produzido na região de Cantal, França ou Cheddar. Os queijos de leite de olheva como o Ossau, produzido no sudoeste da França, Manchego, produzido na Espanha, e Pecorino, produzido na Itália, também podem entrar nesta classificação. Depois das escolhas feitas acima consideramos aqui 3 opções, chega o momento de apresentar um queijo mais forte, com um sabor de finalização mais intenso, como um cheedar maturado ou um no estilo gruyère. Para finalizar os ‘blue cheeses’ seriam excelentes com seus sabores fortes e vibrantes, que vão encaminhar os queijos anteriores a um momento sublime , Roquefort, queijo de leite de ovelha, produzido no sul da França, Gorgonzola, queijo de leite de cabra e vaca, produzido na Itália, ou Stilton e porque não um arriscar com um queijo com uma massa mais ‘mole’ e macio mas com sabor definido e rico, como o Fourme d’Ambert, queijo de leite de vaca, produzido na França, Gorgonzola Dolce Cremificato, produzido na Itália, ou Devon Blue, queijo de leite de vaca, produzido na Inglaterra. Podemos considerar 5 queijos um número bem interessante para uma tábua ‘completa’.
Você pode, claro, optar por mais, levando em consideração o sabor, intensidade e estilo de cada um para que não aconteça nenhuma surpresa com a sua escolha como por exemplo tendo todas as opções com as mesmas características.
Os vinhos aqui podem ser branco ou tinto. Tenha sempre em mente que o vinho branco, considerando sua acidez e propriedade, é excelente para acompanhar queijos; até mesmo os ‘blue cheeses’. Se a opção for pelo vinho tinto, não escolha um vinho muito seco para não ‘confrontar’ com alguns queijos mais suaves. Uma boa opção seria um Pinot Noir.
Quais os queijos para o vinho branco?
Vamos pensar em um branco do estilo de um chardonnay. Começaremos com o queijo de cabra cremoso, como o Mothais (queijo de leite de cabra, produzido na região de Deux-Sevres, França). Na sequência, pode ser um queijo de casca branca mais densa, do tipo Chaource (queijo de leite de vaca, feito na região da Champanhe, França), o Beaufort (queijo de leite de vaca, produzido na região de Savoie, Alpes franceses) ou um Comté (queijo de leite de vaca, feito na região de Franche-Comté, leste da França), não muito maturado e alguma opção que lembre um pouco o estilo do gruyère ou do reblochon. E também o Persille du Marais (queijo de leite de cabra, produzido na região de Charente Poitou, Pirineus, França) ou o Bleu d’Auvergne (queijo de leite de vaca jovem, da região de Auvergne, centro-sul da França).
Quais os queijos para o vinho tinto?
Para um vinho encorpado e equilibrado.
Um banon feuille,(queijo de cabra macio da região da Provence, na França, de sabor picante por causa das folhas que envolvem o queijo), Saint Marcelin, (queijo cremoso pequeno com uma capa natural e delicada da região de Rhones Alpes), Ossau, (queijo firme de leite de ovelha, da região dos Pirineus, com sabor frutado e um pouco adocicado), St. Nectaire, (queijo de leite de vaca, com aroma de fazenda e sabor de Auvergne), e finalmente, o gorgonzola azul, (queijo clássico e frutado feito de leite de ovelha). Para finalizar o acompanhamento, pão branco, tipo baguette, bem crocante e fresco, fatias de pão ‘alemão’, nozes e peras.
Qual o queijo para a cerveja?
O sabor leve da cerveja, considerando as de estilo Pilsen ou similar, geralmente, convida a sabores de queijos mais fortes. Comece com o Pont l’Eveque, queijo de leite de vaca, produzido na região da Normandia, França. Provavelmente é o queijo mais antigo ainda em produção nesta região, ou o Camenbert da Normandia. Depois, sugiro algo do estilo Monastery – ‘washed rind’, queijo de leite de vaca, com uma textura médio-firme que são normalmente lavados em água salgada ou cerveja, tem sabor mais acastanhado e levemente amargo em sua extensão. Depois disso, um queijo firme, como um Cheddar maturado, queijo de leite de vaca, produzido na Inglaterra, com diferentes graus de maturação, ou um queijo mais forte como o Maroilles, queijo de leite de vaca, produzido na região de Picardy e do norte de Calais, na França, com uma textura cremosa densa. Finalmente, um queijo clássico como o Stilton, queijo de leite de vaca, produzido na Inglaterra. Acompanhe com pães rústicos ou baguetes, ou cascas de pão suíço, que não são muito doces e maçãs.
La Fromagerie
2-6 Moxon Street, London W1U 4EW
30 Highbury Park, London N5 2AA
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Tips to create “the perfect cheese selection” for a nice cheese plate
For me it should start with a goat’s cheese, whether fresh and light, or something a bit more crumbly and flaky. A goat’s cheese has good acidity and a clean taste that is good for neutralizing the palate – this is a good start. Then I like a softer creamier cheese, quite light with maybe a white rind, but something with a nutty earthy taste, a bloomy (white coat) rind is good as a next cheese, one that has a crumbly fudgy texture and a lovely earthy woody taste such as Chaource, Neufchatel or Camembert.
That will then be a good balance for the next cheese, which will be a harder cheese like a Tomme or a semi-hard fruity and nutty cheese again with strength but not overpowering. I’d follow that with a washed rind, should be a hard cheese, one that reflects rich fruit and nut flavours such as Gruyere styles or the more crumbly cheeses such as Cantal or Cheddar styles. Ewe’s milk cheeses such as Ossau, Manchego and Pecorino can also be in this category.
For me the perfect cheese selection should be rounded and the flavours evolving through the tasting plate.
I like 5 cheeses on my board, but you can have more but remember to follow the flavours, strengths and styles so they don’t clash and you are getting the most out of each cheese as you eat them and also enjoy them alongside your chosen wine. Wines can be white or red, and remember some white wines are perfect with cheese courses even with blue cheeses – if their acidity and richness is big enough they will be perfect partners. For red wines if the tannins are too dry then they could clash with some of the more delicate cheeses as well as Gruyere and Beaufort (white wines for these!), but a Pinot Noir is sometimes the best option for the cheese board!
The perfect match
cheese + wine + bread + fruits
WHITE WINE: Say a Chardonnay style: Creamier goat such as Mothais, then Chaource a white rind dense textured cow’s milk cheese from the Champagne region, Beaufort or a younger Comte but definitely something in the ‘cooked’ Gruyere style, Reblochon (cow’s milk washed rind soft buttery with aroma of earth and hazelnuts from Savoie), a lighter style blue could be a goat Persille du Marais from Charente Poitou, or a younger cow’s milk Bleu d’Auvergne
RED WINE: Banon Feuille (Provence soft goat with a strong spicy taste from the leaves wrapped round the cheese), St Marcellin ( a small rich creamy cheese with a lovely natural rind from Rhone Alpes), Ossau (ewe’s milk hard cheese from Pyrenees earthy fruity flavours with a hint of sweet earthiness), St Nectaire (cow’s milk cheese that has an earthy farmyard aroma and taste from Auvergne) and Roquefort blue (the classic sharp and fruity ewe’s milk cheese).
The accompaniment would be a simple crusty white bread, or sourdough with walnuts,
and white grapes with the White wine and Pears with the red.
With the white wine maybe some raw almonds would be lovely, and raw walnuts with the red wine.
cheese + beer + bread + fruits
The hop flavours in the beer are inviting for certain strong flavours: Start with Pont l’Eveque or Camembert from Normandy, then a Monastery cheese which is semi-hard and usually washed either in a brine or in a beer and they have a lovely nutty slightly bitter nut strength to them. Then a hard cheese like an aged Cheddar, a washed strong cheese such as Maroilles from North of Calais with its dense fudgy texture, and finally a classic blue such as Stilton
Serve a rye sourdough bread or a crusty white, or better still traditional Oatcake biscuits which are not too sweet. I’d have apples such as Cox, Braeburn or Russet to accompany.
Tell me a bit more about the events/classes that happen at La Fromagerie. Can anyone attend? Do you need previous knowledge?
The events, tastings and dinners are open to everyone. We like people to join our mailing list because every month we send out a newsletter with all the new events happening. It is all about enjoyment and understanding. You don’t have to have previous knowledge, but you do have to have curiosity, and open mind to taste and an adventurous spirit! I want people to learn a little, and taste a lot! I want to demystify foods and open out the possibilities to try things you would have been hesitant before, and also show how to match and pair flavours, textures, wines together.
La Fromagerie
2-6 Moxon Street, London W1U 4EW and
30 Highbury Park, London N5 2AA
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La Fromagerie
Este post é baseado no artigo # 2, escrito por mim, na edição de março/2012 da Revista Menu sobre a “La Fromagerie – o endereço do queijo em Londres”, da série sobre gastronomia em Londres.
Se você é um amante de queijo…Este é o lugar!
Imagens: Brisa Chander
La Fromagerie
“No fim do dia, quando estou voltando para casa, às vezes vejo um entregador de pizza passando em sua motocicleta, tentando chegar ao seu destino em tempo recorde.
Não posso parar de pensar que, quando chegar em casa, vou cortar duas fatias de pão, do tipo ‘italiano redondo’, torrá-los levemente, passar um pouco de vinho branco de sabor frutado sobre cada uma das fatias, adicionar pedaços finos de queijo Gruyére sobre uma das fatias e pedacinhos de queijo de cabra a outra. Isso feito, vou grelhar os pães, até que os queijos estejam derretidos e levemente dourados.
Tudo isso em aproximadamente 8 minutos.
Fast food do meu jeito.”
‘The Cheese Room’, por Patricia Michelson
A La Fromagerie é um destes lugares que você vai e se perde nas horas. Esquece que entrou ali para comprar o queijo de sua preferência, tomar um café, beber uma deliciosa taça de vinho, comer tortas, bolos e pães incríveis. Em um dos cantos do ambiente existe um Cheese Room; um ambiente separado do resto da loja por uma porta de vidro, onde os queijos ficam ‘armazenados’ sob temperatura correta de 12C durante o dia e entre 8/10C durante a noite, depois que a loja fecha e todo o movimento de pessoas termina. A humidade é mantida a 90%, e é tão importante quanto a temperatura.
Na loja, inúmeros eventos, aulas, tastings e jantares são promovidos e, grande parte deles, abertos ao público, onde o objetivo é ‘trazer conhecimento e alegria para todos os participantes’.
Fica claro que para participar você não precisa ter conhecimento antecipado sobre os assuntos que são oferecidos, mas sim, “curiosidade, mente aberta e um espírito ‘aventureiro’ para desfrutar de tudo isso. Eu quero que as pessoas aprendam um pouco e desfrutem ao máximo! Eu quero dismistificar o assunto ‘comida’ para abrir as possibilidades de experimentar alimentos que, antes, as pessoas teriam muita cautela em fazê-lo, e mostrar desta forma, como harmonizar sabores, texturas e vinhos”. Estas são as palavras de ordem de Patricia Michelson, que juntamente com Danny Michelson são sócios-proprietários e fundadores desta ‘mercearia’, delicatessen, café e uma das principais loja de queijos da Inglaterra.
Queijo na Inglaterra é assunto sério. ‘Cheese and Crackers’ – queijo e ‘torradas’ faz parte da vida dos ingleses, como o arroz com feijão faz parte da nossa.
Tudo começou de maneira inesperada há alguns anos atrás, durante uma temporada de ski em Meribel, na região de Savoie, nos Alpes. Patricia terminou o seu dia numa loja de queijos, tentando saciar a fome depois de um dia bem difícil de ski. Terminou comprando um pedaço de Beaufort Chalet d’Alpage; um queijo de sabor frutado lembrando o Gruyère francês. O queijo era tão fantástico que ela decidiu conhecer o produtor e acabou comprando uma ‘roda’ inteira do queijo – 35 kgs – e levou-o de volta pra casa. Foi no pequeno galpão, no jardim da sua casa, que ela colocou a venda os pedaços deste queijo. O que a principio não foi premeditado, transformou-se em um verdadeiro negócio, e a primeira La Fromagerie, em Highbury Park foi aberta em 1992 e a segunda loja em Moxon Street, em 2002.
Estão lá desde um pecorino cenere, um dos 30 queijos italianos de ovelha; o bavarian blue, um dos oito queijos alemães, e até o raclette berghoff, um dos 18 queijos suíços de vaca, para ficar em apenas três exemplos. A La Fromagerie chega a vender até 180 tipos diferentes de queijos durante os meses de verão quando a produção dos queijos de ovelha aumentam.
A procedência dos queijos é extensa: Áustria, Inglaterra, França, Alemanha, Holanda, Irlanda, Itália, Portugal, Espanha, Suissa e País de Gales.
A loja se tornou fornecedora de vários dos mais renomados hotéis, restaurantes e lojas de Londres: River Café, L’Atelier de Joel Robuchon, Theo Randall no hotel Intercontinental, Restaurante Murano de Angela Harnett, Bruce Poole do Chez Bruce.
Patricia Michelson tem 2 livros publicados:
1) The Cheese Room, 2001 – Ganhador em 2002 do ‘Gourmand World Cookbook’ de melhor livro sobre um único assunto.
2) Cheese, 2010, com introdução de Jamie Oliver.
No próximo post…Perguntas e Respostas - sobre seleções de queijo, com Patricia Michelson.
Não percam!
La Fromagerie
2-6 Moxon Street
London W1U 4EW
e
30 Highbury Park
London N5 2AA
♥
La Fromagerie
I can’t help thinking that when I get home, I’ll simply slice two thin pieces of sourdough bread, toast them slightly, brush over a fruity tasting white wine, lay slivers of Gruyére on the top of one slice and crumble a goat’s cheese over the other. Then I’ll grill them until they are golden and melting. Just eight minutes from start to finish.
Fast food my way. “
The Cheese Room, by Patricia Michelson
‘Cheese and Crackers’ is a very ‘serious subject’ in England.
Patricia Michelson has two books published:
1) The Cheese Room, 2001 - Winner in 2002 of the ’Gourmand World Cookbook’ best book about a single subject.
2) Cheese, 2010, with an introduction by Jamie Oliver.
Next post … Patricia Michelson will answer few questions about how to set up a nice cheese board.
Do not miss it!
La Fromagerie
2-6 Moxon Street
London W1U 4EW
e
30 Highbury Park
London N5 2AA
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Salada ! Love Salad!
AHHHH! Salada!
2 porções
Ingredientes
1 alface crocante (romana, americana ou outro de sua preferência. Você pode usar diversos tipos de alface se quiser), higienizado
5 damascos secos cortado em tirinhas
30 gramas de Cranberries secos
40 grs de nozes (amêndoas, nozes, castanha de caju, ect. Cruas ou torradas) casquinhas de pão suisso, quebradas em pedaços pequenos
50 grs de mozzarella fresca, partida na mão, ou tiras de muzzarella ou tiras de queijo parmesão
Sugestão do Molho para Salada: 1 colher de sopa de azeite de oliva extra-virgem, sal e pimenta-do-reino a gosto, gotas de limão siciliano. Após adicionar o molho, sirva imediatamente.
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LOVE SALAD!
30 grams of dried Cranberries 40 grams of nuts (almonds, walnuts, cashews, ect. Raw or roasted)
80 grams of fresh mozzarella or grated mozzarella or freshly grated Parmesan cheese
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Alimento. Mais que um nutriente. Decifrando o prazer `a mesa/ Food. More than a nutrient. Deciphering the pleasure of eating
O meu encontro com a Dra. Vânia Assaly aconteceu de forma interessante. Nos conhecemos em uma palestra que resultou numa frustração diante as nossas expectativas. Mas como tudo na vida, o outro lado da estória foi que eu tive o grande presente de conhecer a Vânia.
Poucos meses depois nos encontramos prá conhecer um pouco mais do trabalho que cada uma desenvolve, e claro que eu não poderia deixar de convidá-la para contribuir no meu blog e compartilhar com vocês um trabalho tão bacana.
Com muito carinho. Sempre. Kiki
‘Nosso corpo é um complexo sistema integrado em mágica coerência com o universo em que está inserido.
Ao longo da nossa existência deciframos os sinais e estímulos deste universo escolhendo acoplar aquilo que nos preserva.
Assim é o alimento, traduzido no hipotálamo como representação de prazer, moléculas temperadas que sustentam a vida através dos tempos.
Deste alimento extraímos a nutrição, elementos que colocam a funcionabilidade bioquímica do corpo humano.
Um pedaço de pizza, uma porção de castanha ou uma saborosa romã diferem na qualidade de sinais que serão integrados a este sistema operacional, decodificando no corpo forma e função.
Mas como temos controle destes sinais que mantém nossa harmonia ?O que buscamos saciar e como reconhecemos as mensagens internas de fome e saciedade?
A ciência já nos traz muitas respostas sobre este código dinâmico de sobrevivência da espécie, mas cada um de nós tem em seu arquivo cerebral muitos segredos sobre o que nos faz escolher determinados alimentos. Lembranças simbólicas associadas ao paladar nos trazem a lembrança de encontros, de sociabilidade, de aquecimento, e da qualidade que constantemente associamos ao alimento, o prazer de compartilhar uma refeição.
No sistema límbico, uma área especifica do hipotálamo, é onde são decifrados estes sinais, assim como mantém nossa temperatura corporal, controla a sede, e sinais de prazer sexual … Com tantas mensagens passando por este sistema, não é difícil imaginar que algumas vezes temos linhas cruzadas ou mal traduzidas, ou até mesmo complementares.
Buscar algo quente quando o corpo se resfria, desejar algo muito calórico quando estamos no inverno, ou buscar algo prazeroso e doce quando estamos com a dor da solidão.
Sobre o aspecto nutricional de cada alimento, cada refeição nos oferece um valor nutricional que será revelado pela nossa memória ancestral. Sinais denunciam em fórmulas matemáticas a construção da matéria complexa e vital, que é o corpo humano.’
VANIA ASSALY - CRM 58002
Nutróloga
Endocrinologia e Prática da Medicina Funcional Preventiva
Instituto de Prevenção Personalizada
Rua Gironda, 185. São Paulo, SP. (11) 38847612
A few months later we got together again to share with each other about the work that each one develops, and of course I could not help but ask her to contribute to my blog and share with you.
‘Our body is a complex integrated system in line with the magical universe in which it appears.
Throughout our existence we decipher the signals and incentives to engage in this universe by choosing what we preserve. So is the food, translated in the hypothalamus as a representation of pleasure, temperate molecules that sustain life through the ages.
This extract food nutrition, elements that put the biochemical functionality of the human body.
A piece of pizza, a serving of nuts or a tasty pomegranate differ in the quality of signals that will be integrated into this operational system, decoding the body form and function.
But how do we have control of these signals that keep our harmony? What we seek to recognize and satisfy the internal messages of hunger and satiety?
Science has brought us many answers to this code ‘survival dynamic of the species’, but each of us has on file many secrets about the brain that makes us choose certain foods. Memories associated with the symbolic taste comes the recollection of meetings, sociability, heating, and quality that consistently associate with food and the pleasure of sharing a meal.
In the limbic system, a specific area of the hypothalamus, is where all these signals are deciphered, as well as maintaining our body temperature, controls the seat, and signs of sexual pleasure … With so many messages ‘passing’ through this system, it’s not hard to imagine that few crossed lines or misunderstandings can happen.
Looking for something more caloric through winter times or looking for something fun and sweet when we are with the pain of loneliness.
The nutritional aspect that each food gives you through a meal, provides a nutritional value that will be revealed by our ancestral memory.’
VANIA ASSALY - CRM SP 58002
Nutrologist
Endocrinology and Practice of Preventive Functional Medicine
Institute for Personalized Prevention
Rua Gironda, 185 São Paulo, SP, Brazil
Phone (5511) 3884.7612 - www.vaniaassaly.com.br/
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